É pois talvez, a terceira coisa que mais gosto de fazer e que efectivamente faço. Constatei neste exacto momento que talvez seja por me ser fácil... diabo, sempre pensei que era por efectivamente gostar de o fazer.
Perdi a embalagem inicial, aquele glorioso momentum em que me invade o cerebro com uma avalanche de ideias que começo a navegar por entre disparates nunca antes relatados, bem além da tramontana, ou ao lado, visto de quem sobe.
Perco-me sempre e se isto fosse alguma especie de talento vendavel já não me preocupava com a reforma. Consigo indicar mal o caminho para minha própria casa.
Voltando ao gostar de divagar... epah, é giro e permite-me descarregar um molhe de coisas que o meu parco cerebro acumula um bocado aleatóriamente, excepto claro está nos temas de sexo (aí não é aleatorio).
Será que afinal divago por não conseguir seguir uma ideia durante muito tempo?
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Escola, a quanto obrigaste...
...obrigaste... outro concerteza! Para além de ter perdido prendas atrás de prendas á conta de negas atrás de negas, a escola serviu para conhecer uma quantidade interessante de gente e não muito mais que isso.
É triste ver-me com 30 anos e verificar que continuo com um pó a alguns professores, uma simpatia incomparavel por outros e dizer o que dizia no secundário: só agradeco á escola a capacidade de ler inglês...
Podia entrar por uma linha de debate sobre o sistema de ensino português mas já muita gente fala disso e ninguém se entende, portanto, toca a tirar lenha da fogueira e guarda-la para o inverno que vem, que Deus queira, já não preciso senão por daqui a uns 6 meses, de preferencia, mais.
Pronto, uma dica/critica/pensamento próprio, porque não trocar as aulas de filosofia, por aulas de "aprender-a-preencher-o-irs e o que raio é o iva?"?
É triste ver-me com 30 anos e verificar que continuo com um pó a alguns professores, uma simpatia incomparavel por outros e dizer o que dizia no secundário: só agradeco á escola a capacidade de ler inglês...
Podia entrar por uma linha de debate sobre o sistema de ensino português mas já muita gente fala disso e ninguém se entende, portanto, toca a tirar lenha da fogueira e guarda-la para o inverno que vem, que Deus queira, já não preciso senão por daqui a uns 6 meses, de preferencia, mais.
Pronto, uma dica/critica/pensamento próprio, porque não trocar as aulas de filosofia, por aulas de "aprender-a-preencher-o-irs e o que raio é o iva?"?
segunda-feira, 1 de março de 2010
Latim de Praia...
Breve nota sobre moi meme (já não sei se é assim que se escreve, continuo sem querer saber desde da altura a que isso me tentaram obrigar)...
Assinava pomposamente Alea Jacta Est nos testes da escola, durante uns anos. Granjeou-me duas professoras de português como fãs, até que a(á) terceira me perguntou se eu sabia o queria dizer aquilo. Respondi que era uma frase de Júlio Cesár, Imperador romano e grande estratega, dita antes de uma batalha... pura verdade. Pergunta-me a senhora se eu sabia o queria dizer e o vosso estimado, respinga " A sorte está lançada" (é uma das traduções possivéis/livres). Maravilha, pensei eu, a senhora além de interessada nos alunos, está a reparar em mim. Outra que não me fará uma pergunta de gramática mas sim de interpretação de texto, espectáculo...
Visto que a maré corria de feição, ela pergunta como sabia eu daqueles factos ao que respondo "dos livros do Astérix". Efeito bombástico na turma e eis que descubro que a senhora só me quis foi tirar do pedestal dos que sabem qualquer coisa extra... foi dos meus piores anos a português, sem necessidade nenhuma, a meu ver.
Esta história não tem moral, desde do inicio ao fim, foi apenas uma passagem heroica dum escolante, pois de estudante tive muito pouco, Graças a Deus, não coma o gato...
Assinava pomposamente Alea Jacta Est nos testes da escola, durante uns anos. Granjeou-me duas professoras de português como fãs, até que a(á) terceira me perguntou se eu sabia o queria dizer aquilo. Respondi que era uma frase de Júlio Cesár, Imperador romano e grande estratega, dita antes de uma batalha... pura verdade. Pergunta-me a senhora se eu sabia o queria dizer e o vosso estimado, respinga " A sorte está lançada" (é uma das traduções possivéis/livres). Maravilha, pensei eu, a senhora além de interessada nos alunos, está a reparar em mim. Outra que não me fará uma pergunta de gramática mas sim de interpretação de texto, espectáculo...
Visto que a maré corria de feição, ela pergunta como sabia eu daqueles factos ao que respondo "dos livros do Astérix". Efeito bombástico na turma e eis que descubro que a senhora só me quis foi tirar do pedestal dos que sabem qualquer coisa extra... foi dos meus piores anos a português, sem necessidade nenhuma, a meu ver.
Esta história não tem moral, desde do inicio ao fim, foi apenas uma passagem heroica dum escolante, pois de estudante tive muito pouco, Graças a Deus, não coma o gato...
Carros, Cães e BD...
Pois, pensei que a vida a isto se resumia mas depois apercebi-me que afinal não... Tentarei escrever apenas quando estiver inspirado, o que talvez aconteça apenas uma vez por mês como um tal acontecimento do sexo oposto. Have fun
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